Em encontro com Brena, profissional com trajetória em diferentes áreas da TOTVS, o evento provocou reflexões sobre o jogo da carreira, visibilidade, execução e os movimentos que fazem a diferença dentro das organizações
O que faz uma carreira crescer: trabalhar muito ou entender onde gerar impacto?
No mundo corporativo, crescimento não depende apenas de esforço. Depende de leitura, estratégia e presença. É preciso entender o campo, saber onde a própria entrega faz diferença e perceber que cada movimento pode abrir ou fechar caminhos dentro de uma organização.
Essa foi a reflexão conduzida por Brena Novelli, Diretora de Estratégia de Segmentos e Go-to-Market na TOTVS, durante o Fucape Convida. Com uma fala prática e provocadora, ela trouxe aprendizados sobre carreira, visibilidade, relacionamento e os movimentos que ajudam profissionais a crescer com mais consciência.
“Tudo mudou quando eu entendi como jogar o jogo corporativo”, destacou.
🔹Entrega boa não pode jogar sozinha
Fazer bem-feito importa, mas é preciso saber entregar valor.
Durante o encontro, Brena reforçou que todo profissional precisa entender o valor daquilo que entrega. Mais do que cumprir tarefas, é preciso perceber como o próprio trabalho movimenta resultados, melhora processos e contribui para o crescimento da empresa.
“Para fazer a diferença em uma empresa, você precisa ser referência no que faz, compreender o valor do seu trabalho e o impacto que ele gera para a companhia. No fim, a pergunta é: você contribui para a empresa crescer?”, afirmou.
A provocação mostra que crescimento não nasce apenas da rotina bem executada, mas da capacidade de gerar impacto real.
🔹Visibilidade também entra em campo
Trabalho bem executado precisa ser percebido.
Um dos pontos centrais da palestra foi a importância da visibilidade. Brena lembrou que crescer não é apenas uma questão de mérito técnico, porque toda organização também é feita de relações, decisões e conexões entre áreas.
Ignorar a política corporativa pode custar caro. Não se trata de perder autenticidade ou jogar contra alguém, mas de entender como a empresa funciona, construir bons relacionamentos e enxergar a organização como um ecossistema.
Quando o profissional percebe como sua entrega impacta outras áreas, deixa de atuar apenas em uma função e passa a contribuir com o todo.
🔹Energia, execução e atitude de dono
Carreira pede movimento. Brena trouxe a ideia dos dois “E”s: energia e execução. Energia para aprender, propor, se desafiar e sair do automático. Execução para transformar intenção em resultado.
Mas o crescimento também passa por uma mudança de postura: pensar como dono, mesmo sem ser dono. Isso significa assumir responsabilidade, resolver problemas e entender que cada profissional ocupa uma posição importante no esquema tático da empresa.
Errar faz parte do processo. O que muda a trajetória é reconhecer, aprender, ajustar a rota e seguir com mais estratégia.
“A produtividade tem a ver com o resultado final da entrega”, destacou.
🔹Fucape Convida
O Fucape Convida, iniciativa da Fucape Business School, segue promovendo encontros com profissionais e lideranças do mercado para aproximar conhecimento, prática e desenvolvimento profissional.
A edição com Brena mostrou que carreira não é uma linha reta, nem um plano 100% exato. Crescer exige desconforto, repertório, relacionamento e visão para entender que, dentro das organizações, quem aprende a ler o jogo também aprende a transformar sua própria trajetória.
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